terça-feira, 11 de agosto de 2009

novo site da revista baixo brasil

geeenteee

o novo site da revista baixo brasil tá no ar...

fotos, músicas, informações e em breve muito em breve a revista...

www.revistabaixobrasil.com.br


saudações baixisticas

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

FIM DE SEMANA NO INFERNO CLUB

Final de semana de rock pesado no Inferno com as festas Extravaganza, Countdown in Rock e lançamento de Vivendo do Ócio e Devotos de Nossa Senhora Aparecida.



Na sexta (14/8) acontece mais uma Countdown In Rock. Nesta edição o Dead Rats, um trio sem frescura, mostra como se faz rock simples e direto. Além deles, os Hitchcocks dão a pinta de que vieram direto dos anos 60 com o que havia de mais vulgar na década, garageira e psycho puro. Nas pick-ups os DJs Junkie Pirates (Danny Poison e Erick Glitter),, Tony Tramell e Giovana Gasparini tocam até o dia raiar.



Serviço:

Dia: 14 de agosto (sexta)

Festa: Countdown In Rock

Shows: Dead Rats e Hitchcocks

Local: Inferno Club

Endereço: Rua Augusta, 501 - Consolação

Horário: A partir da meia-noite

DJs: Junkie Pirates (Danny Poison e Erick Glitter), Tony Tramell e Giovana Gasparini

Preço: Porta - R$15 / Lista ou Flyer - R$10 (lista@infernoclub.com.br)

Informações: 11 3120 4140 / www.infernoclub.com.br



No final da tarde do sábado (15/8) é a vez do festival mais democrático do hardcore nacional. Ao lado de Travolta Discos, o Inferno promove o segundo Extravaganza. Desta vez com o Fim Do Silêncio e Good Intentions, duas das bandas mais importantes do gênero no país, além das revelações Musicbox Superhero e Western Days. Tudo isso pelo simbólico preço de $5 pilas.



Serviço:

Dia: 15 de agosto (sábado)

Festa: Travolta Extravaganza

Shows: Fim Do Silêncio, Good Intentions, Musicbox Superhero e Western Days

Local: Inferno Club

Endereço: Rua Augusta, 501 - Consolação

Horário: 17h

Preço: R$ 5

Informações: 11 3120 4140 / www.infernoclub.com.br



Sábado (15/8) à noite, duas grandes bandas lançam seus discos em uma grande festa. Para abrir a noite, os baianos do Vivendo do Ócio apresentam o repertório do álbum de estréia “Nem Sempre Tão Normal” (Deckdisc) mostrando por que recebem tantos elogios da imprensa especializada. Depois deles, o já consagrado Thunderbird e os Devotos de Nossa Senhora Aparecida lançam seu álbum homônimo no Inferno Club.



Serviço:

Dia: 15 de agosto (sábado)

Shows: Devotos de Nossa Senhora Aparecida e Vivendo do Ócio

Local: Inferno Club

Endereço: Rua Augusta, 501 - Consolação

Horário: A partir da meia-noite

Preço: Porta - R$15 / Lista ou Flyer - R$10 (lista@infernoclub.com.br)

Informações: 11 3120 4140 / www.infernoclub.com.br

(Rua Augusta, 501 – Consolação – Tel: 11 3120 4140)

Assessoria de Imprensa Inferno Club:

Batucada Comunicação - Assessoria de Imprensa

Festival Baixo Brasil Cuiabá - Os agradecimentos

Pra quem não sabe... os Festivais Baixo Brasil dependem de parcerias locais para acontecer... e cada edição, cada cidade precisa dos grandes batalhadores que compram a ideia e tornam possível nosso projeto coletivo... a divulgação do contrabaixo, do contrabaixista, do músico, da música brasileira...


então vamos lá... pra acontecer o Festival em Cuiabá... agradecemos primeiro a super guerreira da cultura... Rejanes de Musis(foto abaixo com Pixinga), que junto com seu marido Ebinho Cardoso, viabilizaram o festival da cidade...



Ao SESC que cedeu este espaço maaaraaavilhoooosoooo... estas fotos eu tirei perto da porta do Teatro onde acontecia o primeiro dia de festival... são do pátio interno do SESC ARSENAL...








outro super obrigada ao Restaurante Don Agostinho que ofereceu jantares mais que perfeitos pra nós...


Pixinga, Ebinho Cardoso, Yan, Luiza, Rejane de Musis, Karla Maragno, Adriano Giffoni




Nosso chefe maravilhoso, Rafael, que é um artista na cozinha... e uma de suas entradas saborosíssimas...





A todos os que acreditaram neste projeto... nosso super muitíssimo obrigadooooo!!!!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Festival Baixo Brasil Cuiabá

Amanhã começa o Festival Baixo Brasil Cuiabá!!!

Entre os participante, a presença de Joel Moncorvo, Adriano Giffoni, Ebinho Cardoso, e muito mais...

então é isso... se estiver por perto... nos vemos lá...

saudações baixisticas... ainda na correria...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Baú de discos - Caetano Veloso – Zii e Ze



Caetano Veloso há muito é um dos principais nomes da música brasileira.

Ele poderia muito bem se manter na linha MPB que ele vem fazendo, e continuar na dele, mas com “Zii e Ze” resolveu inovar e mostrar que sua carreira continua ativa e não vive só do que produziu no passado.
O baiano demonstra sua paixão pelo Rio de Janeiro, em evidência na capa do CD - Foto da Praia do Leblon - e em 2 faixas, “Falso Leblon” e “Lapa”, que deixam de cara o tom menos ‘rock’ do CD, bem diferente do anterior “Cê”. As letras voltaram a ser mais abertas à interpretação, a falar sobre a beleza da vida, a ter uma percussão mais brasileira. O disco parece aqueles que passam batidos, sem que nenhuma faixa nos chame atenção. Na banda, a guitarra de Pedro Sá, Marcello Calado na bateria e Ricardo Dias Gomes no Baixo no baixo... é isso mesmo simples, e puro.

Entre as faixas, destaques para “A Base de Guantánamo”, em que Caetano Veloso quase fala na canção de apelo fortemente político, lembrando muito Gilberto Gil nos seus tempos de Tropicália; e “Lobão tem Razão”, onde ele responde as críticas da canção “Para o Mano Caetano” gravada por Lobão em 2001. Duas regravações complementam o set list : “Ingenuidade”, um belo samba de Serafim Adriano, e “Incompatibilidade de Gênios”, de João Bosco e Aldir Blanc. De longe, a melhor faixa do disco é “Por Quem”, com letra simples e suave como uma poesia, cantada em falsete de Caetano, que há tempos não fazia algo do tipo.
Zii e Zie é um disco sem muito da sua genialidade. Não gosto de comparações em nenhuma espécie, mas preciso registrar que ele tem muitos outros trabalhos disparadamente melhores que este.
Mas o que vale é ver que Caetano ainda continua criando.

ouça pelo seguinte link:

http://app.radio.musica.uol.com.br/radiouol/cdcapa.php?artista=Caetano-Veloso&album=Zii-e-Zie&codcd=010945-9


saudações baixisticas... numa correria doida, por isso sumida...

domingo, 26 de julho de 2009

14 capas de discos medoonhas

eeaaee geenteee

eu adoooro listas, top tem e essas coisas... tenho mania de fazer top tem de tudo na vida...
e hoje achei uma lista de capas de discos mais infelizes da história...

é a reunião de 14 capas que 'assombraram' o mundo da música.

Algumas das capas são tão bizarras que viraram 'obra-primas'. No vinil, o LP, suas grandes capas (31 x 31 cm) favoreciam a galera soltar a imaginação... muitas vezes foram usadas como extensão artística da obra musical que traziam dentro de si.
Algumas eram quase livros de capa dura, como a de Magical Mystery Tour, dos Beatles.
Estúdios de design ficaram famosos e ricos bolando capas mirabolantes --como o Hipgnosis, que, entre 1968 e 1983, criou as capas dos discos de bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin e Genesis.
Mas o que mais se via nas prateleiras eram atentados ao bom gosto, verdadeiros insultos às artes gráficas e aos olhos. Sites como o "hecklerspray.com" e tantos outros reuniram algumas das capas mais infelizes da história da indústria fonográfica



Em 1978 Jim Post achava lindo seu bigode


Que medooo... quem assistiu ao filme Tootsie há de se lembrar de Dustin Hoffman travestido


Socorro. Esse bando de pelados rdículos... 1976... o cabelo da galera também assusta muito...
O som é pop bem fraquinho, como os rapazes da banda. Eles emplacaram um hit no Brasil, chamado “Love Takes Time”


Quer dizer que em 1966 os cachorros já estavam saindo do armário?


O catalão Tino mostrava sua sensualidade aos 16 anos, em 1983... aaaffff

Em 1975, Barry Louis Polisar ameaçava comer criancinhas rebeldes... putz... sem comentários...


O maestro Ray Conniff especializou-se em fazer arranjos medonhos para clássicos da música internacional, incluindo Aquarela do Brasil. O “talento” desconhecido era este: o de também embalar seus discos em capas horrorosas

Pelo visual da “mama”, a família McKeithen é ancestral de Amy Winehouse. Pelo aspecto geral, são parentes da Família Adams. Começaram a gravar em 1976, quando, aliás, o penteado da senhora McKeithen já estava totalmente fora de moda



Esta dupla, formada pelos irmãos Charlie e Ira Louvin, do Alabama, é uma das pioneiras do country americano. Eles começaram cantando músicas gospel nos anos 1940. Essa capa foi um insight de Ira em 1959. Ele morreu em um acidente seis anos depois. Charlie continua vivo

O surrealismo em sua expressão máxima. Richard Sanfield era mesmo um ventríloquo conhecido nos Estados Unidos, e fez apresentações ao lado de feras da música como Roberta Flack.Não se sabe por que ele apelou desta forma, em 1975. Os bonecos se aposentaram em 1992

Essa “obra-prima” de 1989 já é um clássico. Até o jornal britânico The Guardian a considerou uma das piores capas de todos os tempos.


Apesar da tosqueira do visual (este é de 1980), os irmãos Johnson faziam algumas ótimas músicas misturando funk e disco

Esses vikings faziam parte de uma banda sueca dos anos 60. Mas, ao contrário dos sanguinários piratas escandinavos, estes eram tão bonzinhos que chegaram a gravar uma canção dos doces irmãos Carpenters



Este sim deveria ser o album-símbolo do nu metal. A banda nasceu em 1980, em Nova York, e em 1984 entrou para o Guinness, o Livro dos Recordes, com “a performance mais barulhenta do mundo”

sábado, 25 de julho de 2009

PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA VAI AO STF CONTRA ASSÉDIO DA ORDEM DOS MÚSICOS

Giannazi (à dir.), acompanhado do assessor Rubens Carsoni,
protocolou pessoalmente a Representação



A procuradora-geral da República, Deborah Duprat, acatou uma Representação protocolada no Ministério Público Federal no dia 3 de junho pelo deputado estadual Carlos Giannazi, que foi vice-presidente da CPI do ECAD na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Na ação o parlamentar pedia que o MPF entrasse no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) visando suspender vários artigos da Lei Federal 3.857/60, que criou a Ordem dos Músicos do Brasil.

E foi isso que a procuradora fez no dia 15 de julho, ao entender também que os artigos questionados pelo deputado, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Músicos e Compositores do Estado de São Paulo, não foram recepcionados pela Constituição Federal de 1988, que garante no seu artigo 5º a liberdade do exercício profissional.

“Tais artigos dessa legislação são anacrônicos, estão superados e não podem servir como instrumento de pressão para obrigar os artistas que trabalham com música a se inscreverem (na Ordem), sobretudo pagar anuidades”, relatou Giannazi.

Para ele, a ação do Ministério Público é um passo importante para que o músico brasileiro exerça sua profissão de forma livre, sem o assédio truculento da OMB, que prejudica o seu trabalho cobrando não só a apresentação da carteira da Ordem como a nota contratual.

Na ADPF ora protocolada no STF, Duprat contesta 22 artigos da Lei 3.857. O artigo 18, por exemplo, diz que todos que se anunciarem como músicos ficam sujeitos às penalidades aplicáveis ao exercício ilegal da profissão se não estiverem devidamente registrados nos órgãos competentes.
O 16, por sua vez, determina que somente pode exercer a profissão de músico quem estiver regularmente registrado no Ministério da Educação e Cultura e no Conselho Regional dos Músicos com jurisdição na região de atividade do artista.

O deputado criou o Disque-Denúncia na ALESP (11) 3886-6686 para receber todas as denúncias feitas por músicos, compositores, professores de música, escolas e igrejas vítimas do assédio da OMB.
Além disso ele é autor do projeto de lei (PL 214/09), que veda a exigência de comprovação de inscrição na OMB para expedição de notas contratuais, e do PL 223/09, declarando livre o exercício da profissão de músico em todo o território paulista.