terça-feira, 23 de junho de 2009

Samba na tela


Pra quem gosta de saber mais sobre a história da música brasileira... uma super programação a partir de hoje terça-feira (23), em São Paulo:
o projeto “Samba na tela”, na Galeria Olido (região central de sampa)
São 16 filmes dedicados a resgatar a memória e os grandes artistas desse gênero musical.
“Nossa intenção é recuperar a memória do samba”, afirma Alex Andrade, programador do Cine Olido. Na programação diversos longas e curtas como “O mistério do samba”, de Carolina Jabor e Lula Buarque de Holanda; “Tias baianas paulistas”,
de Gustavo Mello, Eduardo Piagge e Luiz Ferraz; e “Com que roupa?”, sobre Noel Rosa, do diretor Ricardo van Steen.

Demaaiisss... super idéia boa pra aquecer estas noites de inverno!!!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Celso Pixinga - Representante brazuca no NH Bass Festival


Dia 24 começa o Festival de Baixo em New Hampshire... com grandes nomes... grandes feras do baixo mundial... e nosso super baixista Celso Pixinga foi convidado a participar...

Nossa homenagem a ele e a torcida pra que ele quebre tudo por lá...

Vai com tudoooo PX!!!







Saudações baixisticas... mostrando o fusion brazuca nos states

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Selo de NY lança CD póstumo de adolescente brasileiro


Hoje tirei o dia pra fazer umas clipagens aqui no blog... além da entrevista com o Marcos Paiva... encontrei esta matéria no site da BBC Brasil pra reflexão e conhecimento geral...



Por Mônica Vasconcelos - Da BBC Brasil, em Londres

O selo novaiorquino Luaka Bop, que pertence ao músico americano David Byrne, acaba de lançar um álbum póstumo do cantor e compositor gaúcho Yonlu, que se suicidou em 2006, aos 16 anos de idade.
O CD, intitulado A Society in which no tear is shed is inconceavably mediocre (Uma Sociedade na qual nenhuma lágrima é derramada é inconcebivelmente medíocre), é uma coletânea de demos gravadas pelo adolescente (cujo nome verdadeiro era Vinícius Gageiro Marques) em seu quarto, usando um computador e alguns instrumentos, todos tocados por ele.

As gravações - ao todo 60 canções - foram encontradas pelo pai de Yonlu, o professor universitário e ex-secretário da cultura do Rio Grande do Sul Luiz Marques, depois do suicídio do filho.
Yonlu sofria de depressão e estava sob internação domiciliar há dois meses quando se matou. O suicídio, explicado em uma carta deixada aos pais, foi compartilhado ao vivo com um grupo de "amigos" na internet, e foi assunto de uma longa matéria sobre sites que incentivam suicídios na revista Época, em fevereiro de 2008.

Segundo a revista, internautas não só o incentivaram como também lhe deram conselhos sobre o melhor método: intoxicação por monóxido de carbono.

Talento

As músicas do adolescente, reflexões sobre a vida banhadas em melancolia, sugerem um gosto eclético: rock, bossa-nova, hip hop. Os arranjos vocais são trabalhados: em algumas faixas, a voz foi gravada em várias camadas sobrepostas.
Em 2008, o selo goiano Allegro lançou um CD com uma seleção de 23 canções de Yonlu.
O disco chegou ás mãos de Yale Evelev, da gravadora Luaka Bop, conhecida por suas coletâneas de música brasileira e que tem em seu cat
álogo, álbuns de David Byrne, Tom Zé, Nouvelle Vague e Susana Baca. "Gostamos (do disco) antes de ouvir a história", disse Evelev à BBC Brasil.
"Depois de ouvir a história, pensamos, primeiro, que mais pessoas deveriam ouvir essa música".

"Segundo, pensamos que talvez a história pudesse tocar as pessoas e passar a mensagem de que mesmo se você acha que ninguém se importa com você, eles se importam, sim."

A versão que está sendo lançada pelo selo americano é diferente da lançado no Brasil pela gravadora Allegro, com algumas faixas inéditas e uma abordagem mais conceitual, e vem despertando comparações com artistas como Nick Drake e Caetano Veloso.

Orgulho

Muitos podem se perguntar, ao ouvir a história: Será que o selo teria lançado um álbum com as demos de um compositor desconhecido, de 16 anos, se tivesse ouvido o material antes da morte de Yonlu?
"A pergunta é pertinente", disse Evelev.
"O fato de que ele não está mais conosco torna particularmente difícil a tarefa de conseguir que as pessoas ouçam esse disco".

"Uma tarefa que teria sido tão mais fácil se este menino incrivelmente talentoso estivesse conosco para dar entrevistas e tocar sua música na frente das pessoas".
"Isso é particularmente triste, o fato de que ele não está por aqui para ver a resposta que sua música está provocando nessas pessoas".
"Teria sido incrível poder fazer seu próximo álbum. Se ele já soava assim aos 16, você já imaginou como seria esse disco?", pergunta Evelev.

Observando a trajetória surpreendente das músicas deixadas pelo filho, Luiz Marques disse que sua primeira reação, ao saber do interesse do selo de Byrne pelo material, foi de orgulho. Falando à revista americana Sup Magazine, Marques disse que lançar o álbum foi uma decisão artística. "O trabalho de um artista só se completa quando é reconhecido por uma audiência".Capa do álbum lançado pela Luaka Bop

Marcos Paiva - Samba no Prato


Conheci o Marcos Paiva atraves da Raquel Dammous... uma produtora queridona que foi com ele assistir o último dia do Festival Baixo Brasil em São Paulo... eles foram ao camarim... conversamos e ali me deram o CD deste contrabaixista sensacional... Marcos Paiva MP6 - São Mateus... demorei uns dias pra ouvir o trabalho, pois estava totalmente esgotada após a maratona de festivais... mas valeu a espera, pois pude apreciar com tranquilidade este belissimo disco!!!

Nestes dias, o contrabaixista deu uma entrevista ao Caio Garrido, baterista de Ribeirão Preto, em seu blog:
http://musicocontemporaneo.blogspot.com/

Vale conhecer mais deste grande músico... transcrevo aqui a entrevista...

divirtam-se...




"Música brasileira de primeira qualidade. Essa é a primeira e contínua impressão ao se ouvir as músicas do projeto intitulado “Meu Samba no Prato”, realizado e idealizado pelo baixista, compositor, arranjador e produtor, Marcos Paiva.
É raro um músico ao conceber um álbum, ou que tenha como grande influência um instrumentista de outra especialidade. Foi o caso de Marcos Paiva, baixista que homenageou o baterista Edison Machado através deste projeto de show e futuro álbum. Abaixo, alguns tons da conversa com o contrabaixista, onde Marcos Paiva fala um pouco sobre sua relação com a música de Edison Machado e o projeto-homenagem do cd :

Vou começar falando de um álbum muito importante para a música brasileira. “Edison Machado é Samba Novo” que para mim continua sendo o álbum de maior referência da discografia instrumental brasileira e um álbum que reúne importantes músicos como o maestro Moacir Santos, o arranjador e clarinetista Paulo Moura, J.T Meirelles que também é um grande arranjador e formador da linguagem do “sambajazz”, o fabuloso trombonista Raul de Souza além de Maciel (trombone de vara), Pedro Paulo (trompete), Tenorio Junior (virtuoso pianista que sumiu na Argentina na época dos golpes militares) e o grande Tião Neto (baixista “referência” da bossa nova e que depois tocou por muitos anos com Tom Jobim). Além de uma energia incrível e de solos (embora curtos) memoráveis, este disco tem arranjos muito inspirados e ao mesmo tempo pensados exatamente pra o líder do grupo. O grupo soa muito unido, muito junto. Respirando e pulsando no mesmo tom. Edison ficou conhecido aqui no Brasil e até hoje é sua maior, digamos, qualidade, o fato de “ter inventado” a batida de samba utilizando o prato.
O que pra nós hoje é lógico, na década de 60 (talvez final de 50) ainda não era. E o fato de ele ter começado a conduzir o samba no prato e não nos tambores (alguns chamavam de cruzadão, imitando a percussão como se era usado), criou uma nova perspectiva sonora que mudou para sempre a forma de se conduzir na bateria. Confesso que isto, que para a maioria das pessoas é o mais importante nele, para mim é só um pequeno pedaço desse grande músico.
Numa época em que baterista era um “quase não músico”, ou apenas o ritmista do grupo, Edison teve uma capacidade única (e artistica) de liderança ao lançar seus próprios trabalhos solos. Ao liderar seus grupos, criou uma forma de tocar com tanta energia e personalidade que até hoje é difícil de ver alguém superá-lo. Não é tocar rápido e não passa pela técnica, passa ao meu ver pela capacidade que poucos músicos conseguem obter na sua trajetória musical, a personalidade.
Quando você ouve um disco, basta 5 compassos para saber se é ele tocando ou não. E isso é muito, muito difícil de se conseguir.
A idéia de fazer esse Tributo veio de muitas conversas com amigos e músicos. Sempre reclamei que no Brasil, a linha evolutiva na música instrumental sempre foi quebrada. Começava um negócio legal, e daí parava e começava outro com novos outros músicos que negavam o que estava rolando e partiam para algo totalmente novo (ou em 99% influenciados por algo de fora).
Não tenho nenhum preconceito com influências externas seja de onde vier, mas a mim me incomodava e incomoda o fato da falta de continuidade, de negação. Sempre vi em vários países e principalmente nos EUA os tributos e aí pensei, por que não fazer um?? Quando fechei a idéia de fazer um tributo na linha evolutiva do que eu já estava fazendo, pensei na minha maior referência (neste disco, do Edison) e na obra do maestro Moacir Santos. Como este disco também tinha o Moacir e tantos músicos de referência, falei “vou fazer pra ele”. Daí, veio a segunda questão.
Como homenagear e não tocar como eles? Com o tempo amadureci a idéia e inspirei as minhas composições nas músicas do disco.
Cada música que criei está completamente ligada à uma música no disco mas sob minha perspectiva sonora. Está sendo ao meu ver, uma forma de também contribuir para a divulgação deste disco nos nossos dias. O baterista do meu grupo, Daniel de Paula, eu o considero o “Edison Machado” dos dias de hoje (rsrs), não pelo fato de ele tocar parecido com o Edison mas pelo fato de ele ter tanta personalidade que ou você ama ou odeia. (O Edison era exatamente assim, muitos amavam e muitos odiavam).
Depois chamei os outros amigos que gravaram o meu primeiro (Cassio Ferreira- sax alto, Jorginho Neto- trombone, Edinho Santanna- piano) e só mudei o trompetista, trocando o Rubinho Antunes pelo Daniel Dalcantara que é um músico totalmente inspirado no sambajazz.
Caio, para fechar pois este assunto que daria ainda muito pano pra manga, para mim o que mais me inpressiona nele é sua personalidade, capacidade de liderança e sonoridade (arranjos e energia pura)."

Músicas do projeto e sites:
http://www.marcospaiva.com/epk/sambanoprato/
http://www.marcospaiva.comhttp://
www.myspace.com/marcospaiva
Para informações e downloads de Edison Machado:
http://edisonmachado.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Baú de discos - Elis Regina Montreux Jazz Festival



Preciosidade Brasil – Elis Regina Montreux Jazz Festival – 1982 Luizão Maia elegeu, dentre todas as formações que tocou na MPB, a que se apresentou ao lado da cantora Elis Regina no Festival de Jazz de Montreux em 1979 como “a ideal” : César Camargo Mariano, piano, Hélio Delmiro, guitarra, Paulo Braga, bateria e Chico Batera, percussão. Esta apresentação gerou um disco essencial na coleção de todo baixista do mundo: “Elis em Montreux Jazz Festival” , que só foi lançado em 1982, ano da morte da cantora. No repertório, sambas inesquecíveis e clássicos da “bossa nova” como “Corcovado” e “Garota de Ipanema”, o baião “Asa Branca”, musicas memoráveis como “Madalena”, “Águas de Março”, “Amor até o fim”, entre outras. Tudo isso com o baixo de Luizão Maia, fazendo com todo swing, arte e intensidade, a cama onde se deitam e rolam as grandes harmonias de César Camargo Mariano, banda e a voz que carrega primazia, técnica e emoção de Elis! Destaque para a música “Cobra Criada”, um marco histórico no avanço técnico do baixo na música brasileira. Este é puramente um Brasil bem representado! Orgulho total! Algo que escutamos e pensamos: esta é realmente a melhor música do mundo... e é nossa!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

CD "Na Estrada"do Baixista Oswaldo Amorim



Dias 17, 18 e 19 de Junho show de lançamento do CD "Na Estrada" de Oswaldo Amorim e Paulo André Tavares no Clube do Choro em Brasília


Retrato sonoro da trajetória musical desses dois instrumentistas e compositores, fruto de quinze anos de parceria em diversos trabalhos no Brasil e no exterior. O disco traz composições de Paulo e Oswaldo, e é a sonoridade do duo, marcada pela ênfase na riqueza da música popular brasileira, tem uma harmoniosa convivência com ritmos e estilos de outras culturas, absorvidos e incorporados através da vivência e da experimentação dos dois músicos, com formação ao mesmo tempo semelhante e distinta.

Instrumentistas, compositores e arranjadores, Paulo André e Oswaldo Amorim têm muito em comum: nascidos no Rio de Janeiro, residem em Brasília há vários anos; são professores efetivos da Escola de Música de Brasília (EMB), graduados em Música pela Universidade de Brasília (UNB) e possuem Mestrado em Jazz Performance nos Estados Unidos, Oswaldo Amorim na "Manhattan School of Music", e Paulo André no Queens College, ambos em Nova York.

Além de participarem de inúmeros shows e gravações no Brasil, no exterior dividiram o palco em Quito, Equador, em 1997, representando o Brasil no Festival Cultural do Mercosul com o grupo Nova Bossa. Estiveram em turnê pela Rússia e Ucrânia em 2002, acompanhando o pianista e compositor russo Andrei Kondakov. E durante os anos que residiram em Nova York (1998-2002) atuaram intensamente com diversos artistas locais e de fora dos EUA, tendo se apresentado em casas consagradas como Blue Note, Birdland, SOB's, Zinc Bar, Le Bar Bat, Cleopatras Needle, Kniting Factory, Izzy Bar, Lincoln Center, Decade, Shine, Museum of Natural History, Village Underground, Europa Club, entre outras.

De volta ao Brasil, no início de 2003, decidem começar um trabalho que represente e traduza a experiência musical vivenciada e compartilhada ao longo dos anos. Quatro especiais da dupla foram gravados e são veiculados freqüentemente pelas emissoras: TV Senado (gravado em Abril de 2004); pela TV Câmara (gravado em Maio de 2005); pela TV SESC (gravado em Novembro de 2006) e o último gravado no Clube do Choro de Brasília, em 2008, pela TV Brasil.

Com o apoio do FAC, estão lançando seu primeiro CD, com 12 faixas (composições próprias) gravadas e mixadas em Brasília e masterizado em Nova York. No repertório do show estão composições próprias, música brasileira, Jazz e Beatles, sempre com arranjos originais e adaptados para a sonoridade do Baixo e do Violão. O show de lançamento contará com a participação do baterista Leander Motta.



sábado, 13 de junho de 2009

Dois baixistas... dois mundos... dois pensamentos...

Sabia que A Parada do Orgulho Gay de São Paulo é o segundo maior evento da ciade? Perde somente para a Formula 1... vem gente de várias partes do mundo pro evento que movimenta a cidade neste domingão...

bom... aí eu tava pensando... como será ser um baixista gay? Porque convivo direto com baixistas, e músicos em geral... viajando pelos festivais, shows, etc, sei que é um "mundo de machos" ... se ja é meio complicado pra nós mulheres sermos respeitadas neste meio... fico imaginando um gay... assumido né... porque enrustido deve ter vários... hahahaha...

mas enfim... comecei a pensar se eu conheco algum baixista gay... não consigo lembrar de nenhum brasileiro... mas lembrei de um gringo que até escreveu sua auto biografia contando de sua vida ga
y...
trata-se de Chuck Panozzo o antigo baixista da banda americana Styx. Ele fundou o grupo com seu irmão gêmeo, o batera John Panozzo. Em 2001, Panozzo anunciou que ele era gay e que era portador do HIV... aí se envolveu em campanhas de direitos homossexuais. Em 2007, ele lançou sua autobiografia, The Grand Illusion: Love, Lies, e My Life With Styx.

Olha uma declaração do baixista: "Os rockstars tiravam sarro de Gays, e embora você visse estes caras se maquiando, cuidando de seus longos cabelos e agindo de forma afetada como se fossem mulheres, isto era apenas uma maneira de se aproximar delas. Se você tivesse uma postura masculina, as garotas se sentiam ameaçadas, e eles sempre procuravam as menininhas", disse.

Fico imaginando um cara de grupo de rock bastante popular entre os jovens, guarda sua sexualidade em segredo durante anos... pois isso pode afetar várias questões... não somente sua posição neste universo, dominado por groupies, sexo, fama e dinheiro, mas também a situação de seus companheiros de banda... enfim... deve ser muito difícil...

o problema é a intolerancia com a escolha alheia... o padrão...

por exemplo... um dia eu estava com um amigo indo para um show maravilhoso... ganhamos convites prá área vip de um lugar espetacular em sampa, open bar... enfim... imperdível... aí um primo lindo que tenho, modelo e gay tinha ido me visitar e chamei ele pra ir junto... ele me fez um monte de perguntas a respeito do pessoal que estaria lá... e disse... "ah... eu não posso ir... tenho medo de apanhar..."

fiquei totalmente sem acreditar e traumatizada com o temor dele... imagiando o tipo de pessoa que bate em pessoas do bem, que eles nem conhecem por sua opção sexual... inacreditável...

vou aproveitar pra colocar aqui um episódio de um baixista brasileiro que se mostrou homofóbico...

Há um tempinho atras o baixista Manno Góes do grupo Jammil e Uma Noites, publicou no blog oficial do grupo um texto chamando alguns fãs de “viadinhos, falsos, pseudo-fãs, carnívoros e bisonhos, feios, chatos, pulgas, insetos, bando de bosta, sangues-sugas, aviadados, atrevidos, que ficam sempre atrás de ingressos, cortesias e fotinhas fofinhas, com seus trejeitos esquisitos e gel fedidos sobre seus penteados ridículos”

vejam um trecho...
...esse post, além de ter sido ultra polêmico... 362 coments... provocou reação do Grupo Gay da Bahia... o presidente Marcelo Cerqueira explica que a palavra “viadinho” é pejorativa e utilizada no texto com sentido de ofensa. Para ele, o uso de palavras preconceituosas por pessoas reconhecidamente públicas pode estimular o preconceito. “Não houve responsabilidade social por parte dele. Com esta ação, os gays se sentem discriminados e, pior, estimula uma situação de preconceito e raiva contra o homossexual”, afirma.

é galera... faz bem pensar antes de falar...



saudações baixisticas... respeitando o próximo...